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Após virar réu no STF, Renan vê "investigação recheada de falhas"

Diversas 02/12/2016

 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou, em nota oficial divulgada na última quinta-feira (1º), estar tranquilo com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que aceitou a denúncia contra ele por peculato (desvio de dinheiro público por funcionário que tem a seu cargo a administração de verbas públicas).

Renan também enxergou uma "investigação repleta de falhas" do MPF (Ministério Público Federal). O peemedebista destacou que "a aceitação da denúncia, ainda que parcial, não antecipa juízo de condenação" e explicou que vai comprovar a sua inocência no caso.

Renan é acusado de receber propina da construtora Mendes Junior em troca da apresentação de emendas no Congresso que beneficiavam a empreiteira. O dinheiro teria sido usado para bancar despesas pessoais da jornalista Monica Veloso, com quem Renan mantinha um relacionamento extra-conjugal.

 Leia a nota na íntegra:

"O Senador Renan Calheiros recebeu com tranquilidade a decisão do STF e permanece confiante na Justiça. A aceitação da denúncia, ainda que parcial, não antecipa juízo de condenação. Ao contrário, o debate entre os ministros evidenciou divisão e dúvidas quanto a consistência dos indícios do Ministério Público, qualificados como precários por vários deles, inclusive por alguns que aceitaram a denúncia. Não há prova contra o Senador, nem mesmo probabilidades, apenas suposição.

Na instrução, o Senador comprovará, como já comprovou, com documentos periciados, sua inocência quanto a única denúncia aceita. Os serviços foram prestados e pagos em espécie, o que é legal. O Senador lembra que a legislação obriga o Ministério Público a comprovar, o que não fez em 9 anos com todos sigilos quebrados. A investigação está recheada de falhas.

A decisão do STF, ao receber parcialmente a denúncia, também ajuda a implodir inverdades que perduraram por anos e foram se transformando, entre elas a de corrupção, de que o Senador recorreu a uma empreiteira para pagar suas despesas. Ou seja, o Senador respondeu publicamente por uma década sobre crime inexistente, sequer objeto da denúncia.

Assessoria de Imprensa
Presidência Senado Federal"

Fonte: R7

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