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Júri de três réus acusados da morte de Dona Ilzaé retomado em Porto Alegre

Jurídicas 07/06/2019
Júri de três réus acusados da morte de Dona Ilzaé retomado em Porto Alegre

Júri de três réus acusados da morte de Dona Ilzaé retomado em Porto Alegre

A Juíza de Direito Cristiane Busatto Zardo, da 2ª Vara do Júri do Foro da Comarca de Porto Alegre, retomou o Júri nesta sexta-feira, 7/6, às 9h45.

A Defensora Pública Tatiana Boeira, que representa o réu Paulo Giovani Lemos da Silva, ex-porteiro do prédio, foi a primeira a falar. Ela e outros dois Advogados, que formam a defesa dos três réus, terão duas horas e meia (50 minutos para cada um) para apresentar suas teses.

Pela manhã, Defensora Pública...(Fotos: Fabiana Fernandes)

A ré Andréia da Rosa, empregada doméstica de alguns apartamentos à época do crime, é defendida pelo Advogado Rafael Soto e o marido dela, então auxiliar de serviços gerais do prédio, Pablo Scher, é representado pelo Advogado Paulo Dariva.

Os três são acusados de matar a idosa Ilza Lima Duarte, encontrada morta em 15/2/2008 no apartamento onde morava, no centro de Porto Alegre. Eles teriam assassinado a vítima a mando de um casal de vizinhos, que seriam os herdeiros da herança da idosa.

...Advogado Rafael Soto...

O julgamento teve início ontem, quinta-feira, 6/6, com o interrogatório da esposa de Paulo Giovani. À tarde, foram ouvidos os três réus. E à noite, foi a vez do Promotor de Justiça André Martinez apresentar a tese de acusação.

A previsão é de que a sentença dos jurados saia no fim da tarde.

...e Paulo Darivafizeram a defesa dos réus

Caso

De acordo com a denúncia, a causa da morte foi insuficiência ventilatória. Também houve fraturas nas costas. Paulo Giovani da Silva e Pablo Miguel Scher teriam entrado no apartamento e estrangulado a idosa.

A acusação afirma que eles tinham as chaves da porta. Andréia da Rosa teria participado prestando auxílio moral e material aos comparsas. A motivação para o crime seria uma recompensa em dinheiro. Quem teria determinado a execução seria o casal Maria Fernanda Corrêa Homrich e Roberto Petry Homrich, que também irá a Júri em outra data. O casal seria o único beneficiado com a herança da vítima, já que eram herdeiros testamentários dela.

Após a morte, os acusados teriam forjado a cena do crime, simulando para parecer que a idosa estava tomando café na cama e teve morte natural.

Os três réus que participam deste Júri respondem por homicídio qualificado (motivo torpe, promessa de recompensa, meio cruel, asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima) e por fraude processual (alterar a cena do crime).

Ao vivo

Confira o julgamento através do Twitter do TJRS: https://twitter.com/TJRSaovivo

Proc. nº 001/2080015470-4

EXPEDIENTETexto: Patrícia CavalheiroAssessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tj.rs.gov.br 

Publicação em 07/06/2019 12:00Esta notícia foi acessada 72 vezes.

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do do Rio Grande do Sul

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