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Exposição Agora ou na Hora de Nossa Morte em São Leopoldom

Jurídicas 26/11/2019
Exposição Agora ou na Hora de Nossa Morte em São Leopoldom

Exposição Agora ou na Hora de Nossa Morte em São Leopoldomarca abertura da Semana da Paz em Casa

(Imagem meramente ilustrativa. Divulgação/CNJ)

A abertura da exposição itinerante Agora ou na Hora de Nossa Morte ocorreu na manhã desta segunda-feira, 25/11, no quinto andar do Foro da Comarca de São Leopoldo. A atividade faz parte da 15ª edição da Semana da Justiça pela Paz em Casa no Judiciário gaúcho.

A mostra, lançada em 2017, retrata casos de feminicídios. Sutiãs pretos simbolizam mulheres brutalmente mortas pelos maridos e companheiros. Em painéis, os relatos das vítimas e suas famílias, e dos crimes cometidos. Em áudio, são contados relatos de mulheres que sobreviveram às agressões. A exposição venceu o Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2018, na categoria Inovação. O projeto foi organizado pela Corregedoria-Geral da Justiça, em parceria com o Memorial do Judiciário e a Unidade de Imprensa do TJRS.

Juíza-Corregedora Gioconda Fianco Pitt,titular da Coordenadoria Estadual das Mulheresem Situação de Violência Doméstica e Familiar,afirmou ser necessário chamar a atenção da sociedadesobre a violência contra a mulher(Foto: Eduardo Nichele)

A Juíza Michele Scherer Becker, do Juizado da Violência Doméstica de São Leopoldo, falou sobre a importância de ações como essa: "É uma exposição de casos reais, ocorridos entre 2009 e 2015. O objetivo é impactar e sensibilizar sobre a violência doméstica e o ápice dessa violência, que é o feminicídio. Tudo começa com um xingamento, uma ameaça, ou outros fatos, e precisamos trabalhar para combater essa violência", afirmou a magistrada.

A Juíza-Corregedora Gioconda Fianco Pitt, titular da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, participou da cerimônia de abertura. "Precisamos fazer esse alerta para que os números de violência diminuam. Temos que chamar a atenção da sociedade sobre essa violência. Este ano, entre janeiro e junho, tivemos 51 mil medidas protetivas concedidas no Rio Grande do Sul e 1.100 casos de feminicídio tentados ou consumados. Acreditamos que as mulheres estão mais encorajadas com a rede de apoio e que podem pedir ajuda", avaliou a Juíza-Corregedora. 

Juíza Michele Scherer Becker,do Juizado da Violência Doméstica de São Leopoldo,falou sobre a importância de ações como essa:"Objetivo é impactar e sensibilizar sobre a violência domésticae seu ápice, o feminicídio"

Presenças

Também participaram da abertura da exposição o Juiz de Direito Ivan Fernando de Medeiros Chaves, Diretor do Foro da Comarca de São Leopoldo, as Juízas Maira Grinblat e Luciana Beledeli, respectivamente do 1º e do 2º Juizados da 1ª Vara Cível de São Leopoldo, o Juiz Tiago Tweedie Luiz, titular do 2º Juizado da 2ª Vara Cível de São Leopoldo, os Promotores de Justiça da Promotoria de Justiça Criminal de São Leopoldo, Marcela Romera e Eduardo Bodanezi Lorenzi, a Delegada da Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento à Mulher de São Leopoldo, Michele Mendes Arigony, o Delegado de Polícia da 3ª Delegacia de Polícia Regional, Eduardo Hartz, o Comandante do 25º Batalhão da Brigada Militar de São Leopoldo, Tenente-Coronel Sérgio Gonçalves, o Presidente da OSC Ponto Gênero, Júlio Sá, a Secretária Municipal de Políticas para Mulheres de São Leopoldo, Vanessa Saraiva, a Coordenadora do Centro Jacobina de São Leopoldo, Ana Cláudia Pinheiro de Oliveira e a representante da Comissão da Mulher Advogada da Subseção São Leopoldo da Ordem dos Advogados do Brasil, Aline Dantas Muller Neto.

Sutiãs pretos simbolizam mulheres brutalmente mortaspelos maridos e companheiros. Em painéis, os relatos dos crimes cometidos.Em áudio, relatos de mulheres que sobreviveram às agressões

16 dias de Ativismo

E, no centro de Porto Alegre, para marcar o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher (25/11), foi organizada uma atividade interinstitucional com caminhada, distribuição de panfletos e orientação às mulheres. O evento faz parte da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Esta é uma mobilização internacional que ocorre todos os anos desde 1991.

A Juíza Madgéli Frantz Machado, titular do 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Porto Alegre, participou da ação na chamada "esquina democrática" da Capital, entre a Rua dos Andradas e a Avenida Borges de Medeiros. Ela conversou com a população e falou sobre os serviços oferecidos e os procedimentos em casos de violência.

Juíza Madgéli Frantz Machado, titular do 1º Juizadoda Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Alegre,conversou com a população na esquina democráticae falou sobre os serviços oferecidos e os procedimentos em casos de violência

Programação XV Semana da Justiça pela Paz em Casa - Porto Alegre

25/11 a 29/11: audiências de acolhimento em casos de medidas protetivas e de instrução e julgamento em processos criminais 26/1114h: Inauguração da exposição "Tecendo Sonhos", do Grupo de Acolhimento, coordenado pela voluntária Glaci Borges de Assis e pela servidora Viviane Marques. Aberto ao públicoLançamento do Projeto ¿Aromas de Esperança¿, em parceria com a Panvel Farmácias. Local: Hall dos Juizados de Violência Doméstica. Aberto ao público14h30min: Palestra para o Grupo de Acolhimento, a cargo do SENAC. Atividade exclusiva para participantes do Grupo. 28/1115h: Cerimônia de lançamento da campanha Tod@s por Elas, do TJRS. Aula coletiva de defesa pessoal para mulheres. Local: CETE (Centro Estadual de Treinamento Esportivo - Rua Gonçalves Dias, 700) 29/11 - Atividade especial Grupo Reflexivo de Gênero. Atividade exclusiva para participantes do Grupo.

Justiça pela Paz em Casa

O Programa Justiça pela Paz em Casa é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os Tribunais de Justiça estaduais com o objetivo de ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), concentrando esforços para agilizar o andamento dos processos relacionados à violência de gênero.

Durante uma semana, três vezes ao ano, o Judiciário concentra-se no julgamento de processos relativos aos episódios de violência e de feminicídio, assim como palestras, cursos de capacitação e fortalecimento da questão de gênero, junto à sociedade civil.

De acordo com o CNJ, ao longo das 14 edições da campanha, foram realizadas 218,1 mil audiências; proferidas 188,6 mil sentenças; concedidas 96 mil medidas protetivas e realizadas 1.396 sessões do Tribunal de Júri. Na 14ª edição foram cerca de 22 mil audiências realizadas, 17 mil sentenças proferidas e oito mil medidas protetivas concedidas. Houve o julgamento de 96 casos de feminicídios ou tentativas em sessões do Tribunal do Júri.

EXPEDIENTETexto: Patrícia CavalheiroAssessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tj.rs.gov.br 

Publicação em 25/11/2019 15:12Esta notícia foi acessada 97 vezes.

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do do Rio Grande do Sul

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