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Tod@s por elas: combate à cultura machista e à violência de gênero

Jurídicas 03/01/2020
Tod@s por elas: combate à cultura machista e à violência de gênero

Tod@s por elas: combate à cultura machista e à violência de gênero

 

As artes marciais e os esportes de combate constituem fortes elementos do mundo masculino. Envolvem luta, força física, virilidade, dominação, competição, numa idealização do homem forte. Mas quem conhece essas modalidades ¿ jiu-jitsu, judô, boxe, karatê, entre outras ¿ sabe que, além da técnica, os treinos envolvem filosofias que prezam pela disciplina, respeito, autocontrole, equilíbrio físico e mental e amizade. E, cada vez mais, esses espaços vêm recebendo outros públicos, entre crianças, adolescentes, mulheres e LGBTs.

É com esse escopo que nasceu a campanha ¿Tod@s por elas¿. Os rostos e vozes que a estrelam são de atletas de artes marciais mistas (jiu-jitsu, boxe, kickboxer, muai thay, karatê, judô, entre outras) ligados à Federação Gaúcha de Artes Marciais Mistas (FEGAMM). São eles que levarão aos seus ambientes, ainda considerados redutos predominantemente masculinos, a mensagem de que, mais do que unir forças para combater de forma efetiva a violência contra a mulher, é preciso desconstituir a cultura do machismo.

Dados divulgados pelo Atlas da Violência (2019) apontam que a média é de 13 mulheres assassinadas no Brasil por dia. A taxa de feminicídios no país é a quinta maior do mundo. Ciúmes, sentimento de posse e inconformidade com a separação figuram entre os principais motivos desses crimes.

Sancionada em 2006, a Lei nº 13.340, conhecida como Lei Maria da Penha, foi um marco para uma mudança de paradigma no trato da violência contra a mulher no país. A questão finalmente saiu do ambiente doméstico, deixando de ser tratada como um problema ¿de marido e mulher¿, para ganhar o devido status de crime. No entanto, só em 2015 é que foi criada uma legislação (a Lei 13.104/15) que aplica penalidade especial para o homicídio praticado por razões da condição do sexo feminino. Assim, o feminicídio foi colocado como circunstância qualificadora do crime de homicídio e inserido no rol de crimes hediondos.

O Poder Judiciário do Rio Grande do Sul vem promovendo uma série de ações, que vão desde a criação de unidades e atendimentos especializados, formação dos grupos reflexivos de gênero até parcerias com vistas ao fortalecimento da independência e da autoestima das vítimas e de seus familiares. Os crimes envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher são julgados nos Juizados Especializados (ao todo, o RS conta com nove unidades), criados a partir dessa legislação, ou, nas cidades em que ainda não existem, nas Varas Criminais. Já os feminicídios são casos para julgamento do Tribunal do Júri.

A campanha une as ações do Judiciário com a força do esporte, norteados pelas filosofias de justiça, igualdade, respeito, disciplina e equilíbrio. Junte-se a nós nessa luta. Não aceitamos perder nenhuma mulher para a violência. Basta de feminicídios! #tod@sporelas

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EXPEDIENTETexto: Janine Souza Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tj.rs.gov.br 

Publicação em 03/01/2020 09:00Esta notícia foi acessada 69 vezes.

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do do Rio Grande do Sul

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